quinta-feira, 16 de abril de 2009

Quem sou eu?

Eu sou um resultado. De tudo que passei e escutei, de todos que encontrei,das coisas que mirei.
O magnetismo da Lu, o bom senso da Natty, a meiguice da Rê, e o humor sarcástico da Joyce. A desinibição da Bruna, a graciosidade da Pâmela, o mistério da Cláudia, a amizade do Henri, e o talento do Gabi. A empolgação do Mica, o amor da Adê, a malandragem do Fernando e a perspicácia do Gordo Rodrigo...
Eu sou o resultado da influência que sofri de cada um dos meus amigos. Não tenho vergonha de dizer que sempre procurei incorporar suas atitudes, porque admiro cada um por um motivo diferente, e tenho orgulho de todos.
Eu sou a consideração exacerbada da minha mãe, a paciência do meu pai. Eu sou fruto de anos de aprendizado sobre o sexo masculino, uma vez que tenho dois irmãos homens, mais velhos que eu. E mesmo assim, muitas vezes não compreendo certas atitudes desses seres marcianos.
Eu sou um pouco de É o Tchan, Macarena, Mamonas Assassinas, reunião dançante, verdade ou consequência. Pra mim eu sou uma nota musical, um punk rock, um hardcore, um samba, uma mpb, um pop rock, um reggae... eu sou qualquer batida agradável e às vezes agitada.
Sou as sequelas da mágoa de um amor colegial. O aprendizado de uma convivência difícil de quatro anos. Eu sou o medo de um novo envolvimento, mas também a vontade de não resistir. Sou uma tatuagem colorida, sombreada, infantil e até então invisível. E sou um pouco morena, um pouco loira, um pouco rosa. Uma Trakinas meio a meio. Todas as cores doces me compõem. Colégios particulares e públicos me criaram, meus colegas me educaram. Tal diversidade ambiental também me fez ser um pouco do que sou.
Eu sou com força, a minha escolha principal. De tratar todos de igual pra igual, dar o melhor de mim, e exercitar a gentileza porque é contagiante. Sou a gentileza sempre que posso, e a explosão durante 7 dias do mês. A idade diz que eu sou mulher, mas eu digo que sou menina perdida da Terra do Nunca.

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